Tecnologia's archives

Quem está pronto para a 3G?

por Matheus Felipe | 16th Junho, 2008 

Três dias após o anúncio do iPhone e um certo mistério em torno do lançamento que leva o nome Secret (segredo), era esperado que os jornalistas especializados apostassem que a LG daria uma resposta ao aparelho ‘baratinho‘ da Apple. Para a meia dezena de jornalistas que a empresa reuniu na Casa Petra, em São Paulo, ficou claro que, mesmo sem 3G e GPS, o LG Secret não chegou a ser uma decepção, talvez porque chegou recheado de outros atributos de encher os olhos. Mas, de quase todos com os quais conversei, ouvi um ‘esperava mais‘ e é sobre isso que discuto mais.
É claro que a LG não investiria milhões de dólares e meses de pesquisa e desenvolvimento em um produto que nasceria sem fôlego. Juntando isso a outros movimentos de mercado e à declaração do vice-presidente e CEO da Divisão de Comunicação Móvel da LG Electronics América Central e Sul, Jang-Hwa Lee - que disse que ‘Brasil e América Latina não estão preparados para 3G‘ -, é certo imaginar que, ou a empresa acha que a tecnologia de terceira geração vai empacar ou o consumidor de telefonia móvel está amadurecendo.
Se maduro é o que está pronto, podemos dizer que o consumidor está pronto ou quase - para comprar tecnologias que lhe atendam e não que lhe seduzem?
Diga-me quais são os parâmetros utilizados por um consumidor para escolher um telefone celular? O primeiro, para a maioria (exceto quem tem dinheiro sobrando ou segue o ditado de que mais vale um gosto do que um caminhão de abóbora), é o preço. Quanto custa? Esta é pergunta na ponta da língua de qualquer um que vai às compras. O segundo é a fama do modelo, ou seja, o quanto a marca e modelo agregam status ao consumidor. Por melhor resolvido que seja, poucos deixam de escapar esse critério na hora da escolha. Por fim, ficam sabendo se têm os recursos que desejam.
Este parâmetro é personalíssimo. Tem gente que faz questão de ter uma câmera de alta resolução incorporada ao aparelho porque assim pode fotografar tudo o que quiser sem ter que carregar dois equipamentos o tempo todo. Outros não abrem mão de acessar a Internet pelo celular e há quem não transforma o aparelho em um tocador de música digital. Ler e responder e-mail, anotar recados e utilizar a agenda no telefone já são demandas quase exclusivas dos executivos, homens de negócios que tanto viajam a trabalho que mal têm mesa no próprio escritório.
E é nessa ordem de critérios que a maioria dos consumidores brasileiros ainda se define sobre a compra de um telefone celular, exceto para os que citei por último, ou seja, os executivos. Portanto, não acho que isso simbolize maturidade. Quero dizer que grande parte ainda leva ou não determinada tecnologia para casa se for algo indispensável em sua rotina. As demais são vistas como lucro de um produto cujo preço coube no orçamento, seja a compra a vista ou parcelada.
Então, imagino que os fabricantes, em especial a LG, não acreditam que a tecnologia de terceira geração vá emplacar tão fortemente nos próximos dozes, afinal, essa é a expectativa de vida de um telefone celular para alguém que anda em sintonia com o mercado. Mas, não emplacará por quê?
Queria muito ter acesso às pesquisas que fazem para ter mais respostas. Na impossibilidade, fazemos conjecturas com expectadores próximos desse setor. Não emplacará porque as redes 3G das operadoras de telefonia móvel não são enormes e não vão crescer de forma acelerada, afinal, ainda existe uma grande base de assinantes não muito disposta a migrar para um serviço mais caro só para poder ver a cara do interlocutor enquanto conversam.
É também provavél que muitos deixem de aderir por enquanto porque preferem esperar o amadurecimento - olha ele aí de novo! - e aperfeiçoamento das redes e dos serviços. Além disso, tem gente que adquiriu novos aparelhos há muito pouco tempo para encarar um upgrade em um intervalo de tempo tão pequeno.
No fritar dos ovos, podemos concluir que temos um mercado imaturo ansioso por novas tecnologias, mas não tão rico para adquirí-las assim que chegam às prateleiras. Por isso, tentarão ficar com o que existe de melhor pelo preço médio. E podemos concluir ainda que na falta de dinheiro sobrando, apesar do propalado aquecimento da economia, é preciso alimentar o mercado de novidades para esse público médio-alto, que não quer ser feio. Aliás, quem quer?

Coluna de Nalu Saad
Jornal hoje em dia

Blog debate tecnologia aplicada à educação

por Matheus Felipe | 9th Junho, 2008 

Como a tecnologia pode favorecer o ensino?

Quais são as experiências bem sucedidas e as dificuldades enfrentadas por professores, alunos e família?

Essas e outras questões são destaques do “Educação Digital”, segundo blog corporativo lançado pela Intel no Brasil.

O objetivo principal do “diário” empresarial é promover o debate em torno da tecnologia aplicada à educação. Para isso, a empresa avisa que são bem recebidos no espaço virtual diretores de escolas (públicas ou particulares), professores, blogueiros em geral, alunos e também empresas de tecnologia.

O blog conta inicialmente com a presença de cinco executivos da Intel envolvidos nas áreas técnica, educacional e mercadológica, responsáveis pela promoção de debates sobre temas relativos à infra-estrutura de rede, ao desenvolvimento de plataformas e às experiências de projetos de computação 1×1 na aprendizagem, em instituições de ensino Brasileiras e do exterior.

Qualquer pessoa, com um PC em mãos e uma boa sugestão na cabeça, pode opinar sobre os assuntos, inclusive os próprios alunos que integrarem os projetos com o uso de laptops educacionais”, afirma Carlos Luzzi, diretor de programas estratégicos da Intel.

O blog nasce em decorrência da necessidade de maior interação entre os vários atores ligados à educação e à tecnologia e teve como pontapé inicial o “Primeiro Encontro para Troca de Experiências Educacionais e Tecnológicas Plataforma Classmate PC da Intel”, realizado nos dias 13 e 14 de maio na cidade de São Paulo.

Como usar a tecnologia de forma eficiente

por Matheus Felipe | 2nd Junho, 2008 

ESTOCOLMO - O uso que fazemos dos computadores e de outros produtos de Tecnologia da Informação (TI) tem um significante impacto sobre o clima. O impacto de todo o mundo é igual ao de todo o setor de aviação. O uso mais eficiente dos produtos de TI e compras de novos equipamentos amigáveis em relação ao clima podem reduzir o impacto no clima em mais de 80 por cento, de acordo com um novo estudo da TCO Development.
“Um bilhão de monitores de computador em uso por todo o mundo geram 53 milhões de toneladas de CO2 e usam tanta eletricidade quanto o consumo anual da Suécia (10 milhões de cidadãos). Isto mostra claramente que o uso dos produtos de TI causa um impacto negativo no meio ambiente, mas também que, através da mudança da maneira pela qual usamos estes produtos, poderemos ser parte da solução”, disse Haakan Nordin, Gerente de Projetos para o Clima e o Meio Ambiente da TCO Development.
A TCO Development relaciona três passos bem fáceis que todo mundo pode seguir, e se forem seguidos ao mesmo tempo, poderão reduzir o impacto no clima causado por computadores em mais de 80 por cento.
- Escolha equipamentos de computação com base no consumo de energia no modo ativo. Um computador de mesa eficiente em relação à energia usa até 65 por cento menos energia do que um computador de mesa padrão. Se compararmos os notebooks eficientes com os computadores de mesa avançados usados para CAD/CAM, a diferença é de mais de 1.000 por cento.

ECONOMIZE
Passo a passo para evitar desperdício

- Habilite as configurações de consumo de energia em seu computador
- Cerca de 65% das emissões de CO2 são atribuídas aos computadores que não são desligados ou que não estão com suas funções de economia de energia ativadas. A solução mais simples é usar as configurações de notebook, mesmo quando estiver usando o computador de mesa.
- Desligue seu computador quando não estiver em uso
- Estudos sobre usuários mostram que o computador médio de um escritório está ligado, mas não está em uso, em mais de 50 por cento do tempo.

Fundação Logosófica foca no internauta

Já está no ar o novo site da Fundação Logosófica. A home page tem conceito de design centrado ao usuário, que envolve técnicas de card sorting, desenvolvidas com o objetivo de proporcionar melhor definição de estrutura ao site.
Outros objetivos da reformulação estão ligados à consolidação de uma maior e melhor harmonia entre design, construção e disposição de textos, sem deixar de lado,claro, a melhor possibilidade de navegabilidade, tudo para que o internauta possa se sentir bem ao acessar as diversas seções, disponíveis no conteúdo do site.
Quatro novas seções foram incluídas: artigos de Logosofia, artigos em áudio, cursos e eventos e notícias institucionais. A seção de cursos e eventos agora permite ao internauta filtrar a programação de seu estado ou sede específica e, até mesmo, buscar o evento por temas.

Matéria retirada do caderno info.com (deu trabalho pra copiar…rs) :D

Fechar
Envie por e-mail